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Sírio-Libanês deve comandar reestruturação do Hospital Regional de Arcoverde

O Hospital Regional Ruy de Barros Correia (HRRBC), que integra a rede estadual de saúde em Arcoverde, está participando de um projeto PROADI SUS – Reestruturação de Hospitais Públicos (RHP), por indicação do Ministério da Saúde. O projeto RHP foi criado em 2009 para garantir a qualidade, a eficiência e a segurança dos serviços oferecidos aos pacientes de mais de 140 instituições que fazem parte do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com nota enviada pela assessoria de comunicação do HRRBC, serão realizados vários encontros entre os profissionais do Regional e a equipe do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, entidade que vai conduzir o projeto, com término previsto para dezembro de 2026. O projeto RHP acontece em três módulos: planejamento, implementação e monitoramento. As informações são do portal Arcoverde Agora.

No dia 26 de novembro, houve treinamento presencial com a equipe de gestores do HRRBC. “Estamos agora na fase do módulo de planejamento, que é a organização, construção do plano de ação e capacitações presenciais. Temos também tele monitoramentos, acompanhamentos online que são sessões de aprendizagem virtuais com capacitação e formação das equipes dentro da instituição”, diz a nota.

O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS) tem como objetivo apoiar e aprimorar o SUS por meio de projetos de capacitação de recursos humanos, pesquisa, avaliação, gestão e assistência especializada demandados pelo Ministério da Saúde.

“O objetivo é padronizar processos assistenciais ao implantar rotinas e protocolos médicos baseados em portarias e boas práticas, aprimorando o que já temos aqui no Regional e a implantação de novos protocolos,” explicou a diretora geral do HRRBC, Ana Kelly Araújo.

A nota finaliza explicando que entre os principais benefícios do Programa destacam-se a redução de filas de espera; qualificação de profissionais; pesquisas do interesse da saúde pública para necessidades atuais da população brasileira; e, ainda, a gestão do cuidado, apoiada por inteligência artificial e melhoria da gestão de hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil.