O que o governo do PT gosta mesmo é de aumentar impostos e quem sofre é o Povo”, afirma Mendonça em debate no G1
O candidato ao Senado Mendonça participou, nesta quarta-feira (2), de debate promovido pelo G1, ao lado dos também candidatos Marília Arraes, Túlio Gadêlha, Eduardo da Fonte, Humberto Costa e Paulo Rubem Santiago. Em um dos principais momentos do encontro, Mendonça direcionou críticas à política econômica do Governo Federal e defendeu uma revisão das despesas públicas, com redução de privilégios e maior capacidade de investimento do Estado.
O candidato defende que o ajuste fiscal não deve recair sobre a população mais pobre, mas sobre despesas e privilégios do próprio poder público. “A gente tem que combater isso. Não é cortando nos mais pobres; é cortando os privilégios do Judiciário, do Legislativo e do próprio Poder Executivo, fazendo com que a gente equilibre as contas do governo e sobre dinheiro para investimento em saúde, segurança, educação e infraestrutura, principalmente saneamento básico.”, afirmou.
Segundo Mendonça, o que o governo do PT gosta mesmo é de aumentar impostos. “Foram 37 medidas e aumentos de impostos ao longo da atual gestão do presidente Lula, sempre passando a conta para o trabalhador, para o empresário e para o empreendedor, enquanto o governo gasta mais”, afirmou Mendonça. O candidato também citou o resultado das estatais, destacando e os Correios para sustentar sua crítica ao desequilíbrio das contas públicas.
Na avaliação do candidato, o ajuste fiscal não deve recair sobre a população mais pobre, mas sobre despesas e privilégios do próprio poder público. “A gente tem que combater isso. Não é cortando nos mais pobres; é cortando os privilégios do Judiciário, do Legislativo e do próprio Poder Executivo, fazendo com que a gente equilibre as contas do governo e sobre dinheiro para investimento em saúde, segurança, educação e infraestrutura, principalmente saneamento básico.”, afirmou.
Mendonça encerrou sua participação acerca do tema defendendo uma mudança na condução econômica do país e relacionando o equilíbrio fiscal ao cotidiano das famílias. “O trabalhador hoje não consegue fechar a conta para pagar os alimentos no final do mês, a conta de luz e de água. A gente precisa mudar essa realidade, equilibrando as contas públicas, para que a população não pague as maiores taxas de juros do mundo e para que a inflação dos alimentos não corroa o poder de compra.”, finalizou.
Com discurso firme e foco em temas econômicos, o candidato reforçou a linha central de sua campanha ao Senado: uma atuação independente, voltada à defesa de Pernambuco e à cobrança por responsabilidade na gestão dos recursos públicos.
Fonte: Jardim do Agreste
